Os limites da ficção e da realidade testado pela primeira vez em 1938. Em 30 de outubro, foi ao ar pelas ondas da rádio CBS a transmissão de “A guerra dos mundos”, encenado pelo um grupo de teatro mercury, liderado por Orson Welles. O episódio entrou para a história das telecomunicações por ter levado ao delírio mais de 1,2 milhões de americanos. A percepção foi que a transmissão mostrava eventos narrados ao vivo, embora não passa se de uma novelização radiofônica do romance do escritor inglês H. G. Welles, publicado em 1898 e imortalizado 40 anos depois nós estados unidos. Hebert George Welles, conhecido como H. G. Welles, nasceu em bromleym, em 21 de setembro de 1866, e faleceu em Londres, em 13 de agosto de 1946. E considerando um dos paises da ficção cientifica. Foi pioneiro ao abordar temas muitos considerados como, a maquina do tempo, o homem invisível, e o embate entre venturas alienígenas.
Professor do curso pós-graduação em comunicação e semiótica da puc-SP, Giselle beiguelman teorizava e pai da mídia tática, porque a transmissão da novela final de 1938. O ambiente lembra de incertezas quanto ao futuro, tendo em vista o desenrola dos movimentos de tropas européias, e as possibilidades de um próprio pai entra em guerra, diante das travessuras, Welles virou noticia, mas, pressionado, declarou que nada havia sido intencional. Em 1955, conteúdo exibido pela BBC.
Entretanto, apesar do esclarecimento, a interpretação sonora do extermínio extraterrestre, durante a transmissão de uma hora, fez milhares de norte americano rezar, chorar e fugirem apavorados enquanto muitos se despediram dos parentes e preveniram os vizinhos do perigo que se aproximavam, outros ligaram intensamente pedindo ambulância aos hospitais e viaturas policiais.
Embora o programa tenha repercutido em todo pais, e ate mesmo no Canadá, o pânico (como por exemplo, fuga em massa e redações desesperadas de moradores).
Ainda em que os marcianos estão chegando, Alexandre Busko Valim lembra que, durante a ditadura militar, a invasão foi resinada por uma emissora de radio em são Luiz do Maranhão, provocando pânico em todo o estado e mobilizando as forças militares para combater o inimigo. O caso ocorreu em 30 de outubro de 1971, durante o aniversario da radio difusora de são Luiz. Os diretores da emissora produziam um programa em que anunciavam que o mundo estava sendo atacado por ameaçadores extraterrestres.
Diferentemente de Welles, eles decidiram que a invasão ocorria em vários paises, inclusive no Brasil, e imaginava que a então poderosa união soviética e os Estados Unidos, adversários que dividiram o mundo por razões ideológicas, estavam aliados em uma luta atômica contra os marcianos. Isso em plena Guerra Fria.